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sábado, 17 de setembro de 2011

TAEG, TAN e Euribor



Dado que falamos de poupanças e investimentos será altura de falar de uma coisa que normalmente faz imensa confusão aos leigos: taxas de juro.

O que é a taxa de juro?
A taxa de juro é o preço do dinheiro, ou seja, é quanto custa quando pedimos dinheiro emprestado.
As taxas de juro que vale entender são a Euribor, TAEG e TAN

A Euribor é a taxa do mercado monetário interbancário europeu.
É baseada na média das taxas de juros dos principais bancos que emprestam dinheiro entre si na zona Euro. Para quem tem créditos à habitação deve ter esta taxa em consideração visto que a taxa de juro do seu próprio banco é na maioria dos casos baseada na Euribor.
A evolução da taxa Euribor tem impacto na quantidade de juros que os consumidores pagam nos seus créditos. Se a taxa Euribor sobe, você paga mais. Quando desce, você paga menos.

A TAN (taxa anual efectiva) serve principalmente para comparar créditos à habitação. Inclui a taxa de juros nominal do contrato, a frequência de pagamento das prestações e os encargos do empréstimo.

A TAEG (taxa anual efectiva global) existe somente em Portugal e foi feita para todos os consumidores que fazem créditos pessoais. Serve para mostrar qual o custo total dos mesmos.
A publicidade enganosa dos bancos fez com que muitas pessoas fizessem a escolha errada nos créditos pessoais, aumentando o seu endividamento. Através da TAEG, pode comparar facilmente as ofertas neste campo, sabendo que o que tiver uma TAEG mais baixa é a escolha ideal.
O valor da TAEG é uma percentagem que dá o valor total dos custos anuais de um crédito pessoal. Incorpora todas as despesas de cobrança, juros, impostos, selo, comissões e seguros.

A diferença entre as duas taxas de juro referidas é que a TAEG inclui os custos e impostos associados com o contrato de crédito.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Seguros de Protecção ao Crédito



Como o prometido é devido, falemos hoje dos seguros de protecção ao crédito. o que são, para que servem.. valerão a pena?

Face à instabilidade financeira global, hoje mais do que nunca, as instituições propõem a subscrição dos denominados seguros de protecção ao crédito para aqueles que pedem um empréstimo pessoal, assim, este produto tem vindo a ganhar cada vez mais terreno junto aos portugueses.

À partida estes seguros protegem o consumidor de situações financeiras imprevistas, sendo que supostamente a seguradora assegura tanto o pagamento da dívida nos casos de morte ou invalidez permanente, como o pagamento das prestações mensais, em casos de desemprego, salários em atraso ou doença.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Sair do Vermelho. Renegociar.



Vale sempre tentar renegociar, seja para pagar atrasos nas prestações, seja por adivinhar uma situação na qual estes se tornem possíveis, e prevenir atempadamente. Não é apenas você que está interessado em reduzir o valor das suas prestações mensais, a empresa que lhe concedeu o crédito também está, uma vez que mais vale receber tarde que nunca, daí que muitas das empresas ou bancos, aceitam renegociar os prazos como forma de garantir que o consumidor acabe pagando a dívida.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Falando de Dívidas



Dirá, após ler alguns destes artigos, que é muito bonito falar em poupança ou administração de orçamentos, mas e quem não tem um orçamento para administrar, seja por desemprego, seja porque o salário não chega, seja por... dezenas de razões.
Hoje em dia a maior razão para as famílias sentirem fortemente a falta de dinheiro é a acumulação de pagamentos a fazer.
Mas como é que as pessoas acabam assim endividadas?
Os motivos são variados, vamos então dissecar um pouco a questão das dívidas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Entendendo os Créditos Online

Agora entramos num campo acerca do qual muitas pessoas ainda não estão devidamente esclarecidas, o campo do denominado Crédito Pessoal Online/Por Telefone.

Numa altura de crise nacional e aperto de cintos, os orçamentos familiares sofrem transtornos, muitas vezes não é possível manter a cabeça fria para analisar a situação, as dívidas acumulam-se, os credores insistem, mostram-se inflexíveis porque toda a gente tem direito ao seu dinheiro e que fazem os consumidores?